As leis (da transposição) da fronteira, por Javier Cercas

Em praticamente todos os eventos acadêmicos de que participei e que contavam com a presença de pesquisadores do campo da História e do campo de Letras, a problemática por excelência é o possível diálogo entre os dois campos do saber. … Leia mais

Criação: a cosmogonia filosófica e política de Gore Vidal

Já tive oportunidade de explicar minhas impressões iniciais acerca do romance histórico na resenha que fiz sobre o livro História do cerco de Lisboa, do escritor português José Saramago, e não quero ficar me repetindo nesse sentido. Neste texto, portanto, … Leia mais

Óculos de ouro (Giorgio Bassani)

James Joyce, autor de algumas das obras mais aclamadas da literatura ocidental, gostava de dizer que não inventava nada de seus romances e contos, já que tudo vinha de sua própria vida. Ao dizer isso, queria dizer que todos os … Leia mais

Revolução Francesa – Volume I (Max Gallo)

Em outras ocasiões tive oportunidade de dizer os porquês de eu não ser um leitor costumeiro de romances históricos. Para não ficar me repetindo com relação as minhas ressalvas sobre o gênero, recomendo-lhes que leiam a resenha do livro História … Leia mais

História do cerco de Lisboa (José Saramago)

Apesar de ser formado em História e de estar terminando meu mestrado na área, não costumo ler muitos romances históricos. Se eu fosse um pouco mais taxativo até diria que tenho um certo ranço com relação a romances históricos. Estou … Leia mais

O coronel Chabert (Honoré de Balzac)

Balzac é um dos mais conhecidos nomes da literatura francesa e universal, tanto por seu talento em retratar com vivacidade e apuro os costumes de um período como também por sua prolífica produção – basta dar uma olhada no volume … Leia mais