O mexicano, ou como estar de frente para o outro e não se ver

A princípio, pessoalmente, O labirinto da solidão (1950), livro de ensaios de Octavio Paz (1914-1998), me lembrou muito da proposta – bem como do livro como execução – de A conquista da América (1982), de Tzvetan Todorov. Em ambos os … Leia mais

A graça e a desgraça do México oitentista

Viver numa família grande deve ter lá suas vantagens, o irônico é que nunca encontrei nenhuma lista sobre como é bom ter diversos irmãos, tios ou avós morando sob o mesmo texto. As desvantagens são quase inúmeras: dividir quartos, comida, … Leia mais

Damas chinas (Mario Bellatin)

Recentemente houve uma explosão de publicações de autores de língua espanhola, tanto europeus quanto latino-americanos. O começo dessa onda certamente se deu graças à nomes como Roberto Bolaño, Javier Cercas e Enrique Vila-Matas. E são esses autores, ao menos parcialmente, … Leia mais

Cães heróis (Mario Bellatin)

Há muito mais a ser compreendido do que imediatamente compreensível no livro Cães heróis, do mexicano Mario Bellatin. O estilo de escrita dele, desde a forma seca, direta e enxuta; até os recursos narrativos – que procuram restringir os eventos … Leia mais

Festa no covil (Juan Pablo Villalobos)

No começo desse ano falei sobre o perturbador Quarto, onde toda a narrativa sobre um cativeiro é feito pelos olhos de uma criança que vive dentro de um cômodo sem saber que sua mãe e ele, consequentemente, são vítimas de … Leia mais

Pedro Páramo (Juan Rulfo)

Um eco continua e ninguém se dá conta até onde ele vai: se ao final da caverna, onde irá sumir, ou se atravessa as paredes rochosas feito uma alma penada para continuar. Aquele barulho que ouvimos no meio da noite, … Leia mais