Crítica: ‘House of Cards’ – sobre poder e lealdade

[CONTÉM SPOILERS]

Fazia tempo que não ouvia falar de Kevin Spacey. Confesso minha desinformação, se tivesse continuado conectado às séries como costumava ser teria adiantado meu prazer e este texto em pelo menos um ano. Na verdade, já há certo tempo ouço falar de House of Cards, mas foi apenas após a aparição de Kevin no Oscar e sua hilária expressão na famosa selfie da Ellen que decidi assisti-la, preenchendo meu desanimado Carnaval. Pois bem, aqui estou, assistindo House of Cards sem conseguir parar, completamente aficionado por Frank Underwood.

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Vou te convencer a assistir Orange is the New Black

Sou o tipo de pessoa que agradece os pequenos milagres da tecnologia. Soube que estava vivendo na época certa dia desses de inverno, enrolada no edredom em posição fetal na sala de TV, ao descobrir que era possível usar meu celular como controle de TV para assistir vídeos do YouTube. Da mesma forma, quando o Netflix começou a produzir séries próprias e disponibilizar uma temporada inteira de vez, eu não tive alternativa nenhuma senão achar maravilhoso.

Netflix é coisa séria. Pra que assistir um episódio por semana, fazer download ou esperar pra assistir na TV quando você pode desaparecer da vida dos seus amigos e familiares para simplesmente fazer uma maratona e matar tudo em dois dias e depois ficar com vazio existencial até a próxima série aparecer? Isso é a experiência que uma streaming TV proporciona: poucos botões te separam de horas de conteúdo. House of Cards e Hemlock Grove foram interessantes provas disso, mas o big shot é a recém-estreada Orange is the New Black, que já vem ganhando bastante repercurssão, fãs acalorados, e graças ao cosmos, uma segunda temporada confirmada. Leia mais

Para ler e assistir – O grande Gatsby e Boardwalk empire

Os Estados Unidos na década de 20 vivenciou um momento histórico que ficou conhecido por muitos como os “loucos anos 20”. A economia norte-americana passou por um período de crescimento bastante intenso. A reconstrução européia no pós-Primeira Guerra Mundial ensejou a consolidação de uma produção aquecida e de um mercado que precisava de muitos produtos.

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Neon Genesis Evangelion

Serie produzida pelo estudio de animações japonês Gainax com 26 episódios em que uma organização paramilitar chamada Nerv utiliza seres humanóides gigantes (EVAs) para proteger a humanidade de monstros colossais denominados “anjos”.

 O fascínio da literatura por máquinas teve início bem no começo do século vinte como eco cultural da revolução industrial fazendo com que muitos autores mergulhassem no mundo mágico da especulação científica em seus contos que geralmente simulavam situações num futuro imaginário, e até hoje as histórias de robô ainda tem espaço na literatura, TV e cinema. Porém, no Japão entre as décadas de 60 e 70 os robôs ficaram gigantes.

Sobretudo, é inegável que os robôs gigantes também conhecidos como MECHA se tornaram um dos maiores expoentes da cultura pop japonesa sendo até copiados em filmes e animações americanas ou mesmo sendo incorporados por hollywood, como foi o caso dos transformers. Mas o fato é que, qualquer um que possua alguma forma de admiração por estes autônomos titânicos precisa assistir esta série que é uma obra prima do gênero.

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O Guia Oficial de House (Ian Jackman)

Uma das séries mais populares no mundo ganhou um “livro”. O “Guia Oficial de House” mostra um pouco dos bastidores e tenta desvendar – se é que isso é possível – alguns enigmas, como as doenças mais estranhas que aparecem no programa, e o maior de todos: a mente de Gregory House, o médico mais amado e odiado de todos os tempos.

Como um médico que por vezes é meio “antipático”, que fala tudo sinceramente sem se preocupar se vai ferir seus pacientes ou quem quer que seja – como em um episódio que diz a uma paciente: “Você vai morrer”. “Em dois dias ou menos”. Oi? – conquistou tantos fãs ao redor do mundo? House tem algo especial. Leia mais

Maurício de Sousa e Cartoon Network lançam nova empresa de animação

Maurício de Sousa nasceu em Santa Isabel em 1935, e além da Turma da Mônica – que ganhou diversos personagens ao longo desses mais de 50 anos -, desenhou a Turma da Tina, Turma do Penadinho, Turma do Chico Bento, Turma do Piteco, Turma da Mata, Papa-Capim, Horácio, Astronauta, Turma do Pelezinho, Ronaldinho Gaúcho e Turma da Mônica Jovem. Leia mais

True Blood – Além do Sangue Sintético

Histórias de vampiro estão presentes no cinema e nos livros há muito tempo. Seja através dos conhecidos nomes da literatura, como Anne Rice e Stephen King, que deixaram a temática muito mais reconhecida na década de 70, ou até mesmo seus antecessores, Samuel Taylor Coleridge, Lord Byron e John Polidori, que desbravaram o gênero, ou mesmo Bram Stoker, que deu vida ao vampiro mais famoso de todos os tempos – Conde Drácula. No cinema, muito antes de Edward e Bella serem sensação, a Alemanha trazia o clássico “Nosferatu” (1922) de F.W. Murnau. O gênero teve inúmeras contribuições até os mais recentes sucessos, “Entrevista com o Vampiro” (1994), a Trilogia de Blade e, claro, a Saga Crepúsculo.

Com a televisão, não foi diferente – “Drácula”, “Forever Knight” e “Dark Shadows”, são exemplos disso, sem falar nos mais recentes “Buffy”, “Vampire Diaries” e “True Blood”. Tudo isso pra falar o óbvio – Histórias de Vampiro não são uma moda que surgiu do nada e, de tempos em tempos, releituras são feitas, vampiros novos são criados, às vezes mais românticos, mais politizados, ou até mais violentos. Com certeza, diferentes, mas sem perder a sombra de sua história e a “luz” (ou, melhor dizendo, ausência dela) na sua criação. Leia mais