Flip 2012 – Balanço geral (Coletiva de encerramento)

em 9 de julho de 2012

“Cada ano eu fico feliz depois da Flip porque a cada ano a coisa cresce e aparecem novidades. A programação e o clima foram maravilhosos. Uma experiência muito feliz.” Essas palavras, ditas por Liz Calder, idealizadora e presidente do Conselho Diretor do evento, iniciaram a coletiva de encerramento da Flip 2012, realizada na Pousada do Ouro no início da tarde desse domingo.

Em seguida, Mauro Munhoz, responsável pela Direção Geral da Flip, falou sobre alguns números desse ano, que contou com 135 eventos e cerca de 25.000 pessoas passando por Paraty nos 5 dias de festa. Segundo ele, as atrações foram mais bem distribuídas pela cidade, em um formato que começou a ser melhor desenhado no ano passado, colocando, por exemplo, a Flipinha no Centro Histórico e mais variedade de opções na Praça do Telão. Ele também destacou o impacto do evento nas redes sociais, por onde foi transmitido ao vivo e possibilitou que internautas participassem no envio de perguntas. Foram 170.000 pessoas atingidas no Facebook.

Miguel Conde, curador da Flip 2012, falou em seguida:  “A Flip entra cada ano apresentando um panorama do que há de mais interessante acontecendo na Literatura mundial e brasileira, dando espaço para novos autores e os consagrados.” O curador acredita que o formato da homenagem feita à Carlos Drummond de Andrade deu bastante certo, com leitura  de textos antes das mesas.

Nada foi revelado sobre a próxima edição do evento, apesar de ansiosas tentativas em arrancar alguma informação, tudo que sabemos é que o próximo autor homenageado será divulgado daqui a cerca de um mês e que Miguel Conde manterá a curadoria da Flip em 2013.

O maior destaque da coletiva ficou por conta da FlipZona, uma programação mais voltada ao jovem no evento, que pelo segundo ano não pôde ser realizada no antigo cinema do Centro Histórico por conta da não-concessão da prefeitura do município, deixando cerca de 600 espectadores do lado de fora. As atividades ficaram reduzidas a um público de 70 pessoas por evento, que aconteceram na sede da Associação Casa Azul e no CIEP D. Pedro II.

A Flip completou, assim, sua décima edição. Em todas as edições, 327 autores de 40 nacionalidades fizeram parte da programação, com 7 curadores e 10 homenageados ao longo dos anos.

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