Amor e linguagem em Roland Barthes

O amor é um sentimento verborrágico: amantes se desmancham em juras infinitas, elogios desmesurados e declarações repetidas. Histórias de amor são talvez as mais frequentes e mais permanentes da história da literatura. O amor se expressa em fórmulas; “eu te … Leia mais

A cultura como formação e deformação

“Seu sonho (confessável?) seria transportar, para uma sociedade socialista, certos encantos (não digo: valores) da arte de viver burguesa (eles existem – existiam alguns): é o que ele chama de contratempo. Opõe-se a esse sonho o espectro da Totalidade, que … Leia mais

Um dado de lances: A língua fascista e as prisões realistas

Em sua famosa aula inaugural do Collège de France, em 1977, Roland Barthes lançou uma noção que, dentre tantas outras suas, acabou sendo polêmica na medida certa. É claro que se você foi chamado para integrar o corpo docente de … Leia mais

Mitologias (Roland Barthes)

O senso comum geralmente encara mitos e mitologia mais ou menos como sinônimos de lendas: histórias fantásticas envolvendo deuses, monstros e heróis. Academicamente, porém, essa definição não é válida. Na folclorística é que encontramos a maior semelhança: o mito é … Leia mais

Anos-Luz Depois (Sobre sonhos, fantasmas e padarias)

Padaria é um negócio meio melancólico, se você for parar pra pensar. Bom, pelo menos é na minha vida depois que eu li os textos da Nina Horta. Pra quem não sabe, a autora escreve pra Folha, semanalmente, sobre gastronomia, … Leia mais