Photo by Jane Cornwell

Sobre os tempos e o que é importante

Mantenho diários e cadernos de anotações desde os 8 anos. Tenho um blog privado onde escrevi dos 15 aos 20 anos. Um incontável número de rascunhos e notas espalhadas por aí. Fora tudo isso, ainda hoje e desde os 19 … Leia mais

E Mário saiu do armário

18 de junho de 2015: o dia em que Mário de Andrade saiu (ou melhor, foi tirado) do armário. E daí? Saiu ao público a chamada “carta secreta” de Mário para Manuel Bandeira – ou Manu, seu apelido –, que até … Leia mais

1965, 1969 ou a desilusão à máquina de escrever

Gosto muito da decadência. Não de um modo todo gótico de ser, como se fosse um performer que não entendeu bem o método de Marina Abramović. Não sou decadente. Talvez isso seja já ultrapassado. Deixemos o decadentismo para o século … Leia mais

A impressão da geração

Sempre achei engraçada a noção de geração. Nunca me fez muito sentido, ao menos quando era mais jovem. Agora, a própria necessidade de, com 25 anos a completar neste mês, me situar em relação aos outros mais velhos e mais … Leia mais

Quem vence o Jogo do Dia da Mentira?

Hoje, 1º de abril, somos lembrados dos 50 anos do Golpe de 1964. Digo que “somos lembrados” porque, infelizmente, a maioria não pensa nesse dia desse modo com facilidade. É engraçado perceber como desde a escola parece que somos estimulados … Leia mais

Sobre a arquitetura brutalista (e como ela se mantém)

O texto abaixo, correspondente à minha coluna deste mês, não é novo; ele já foi postado sob o nome de: “Uma pequena nota sobre arquitetura brutalista (e muito além disso)”, em agosto de 2012, na Revista Sinuosa, blog cultural inativo … Leia mais

A cultura como formação e deformação

“Seu sonho (confessável?) seria transportar, para uma sociedade socialista, certos encantos (não digo: valores) da arte de viver burguesa (eles existem – existiam alguns): é o que ele chama de contratempo. Opõe-se a esse sonho o espectro da Totalidade, que … Leia mais

Todos os Animais do Mundo

Cabelos de caracol e pulga atrás da orelha. Tomar um coice, ouvir de um passarinho, ou estar com cara de cachorro caído do caminhão de mudança e falar como um papagaio. Tanto me agradam essas expressões animalescas que queria que … Leia mais

A primeira vez

Como foi a sua primeira vez? Onde foi? O que você sentiu? O que pensou? O que foi que te fisgou para sempre? Não, essa coluna não vai virar uma consultoria de sexo. Quero saber qual foi a sua primeira … Leia mais

Leitores de poesia estoniana do século XVIII e seus amigos

É estranho como às vezes as pessoas desenvolvem interesses muito específicos. São vontades sistemáticas de se apropriar de hábitos, culturas e habilidades especiais, referentes a um hobby ou um campo de conhecimento. É só um pensamento que me ocorre com … Leia mais

O primeiro sutiã

Há alguns dias fiz uma viagem relâmpago, em que passei por São Paulo e Rio de Janeiro em menos de uma semana. O tempo era curto, obviamente não pude aproveitar as duas cidades como mereceriam. Mas é que, na verdade, … Leia mais

Todas as cores da escuridão e um pouco de sangue

Nos últimos tempos, ando entusiasmado demais com um gênero muito específico de filmes: giallo. Não muitos conhecem essas obras do cinema italiano que até hoje têm um caráter duvidoso, sendo ridicularizadas por uns e exaltadas por outros. Os motivos para … Leia mais