Os curiosos usos modernos da língua – Parte I

Trabalho como professor de inglês numa escola de idiomas da cidade onde moro e devo confessar que a quantidade de surpresas com as quais me deparo ao longo do dia a dia do trabalho compensa qualquer tipo de cansaço que … Leia mais

A mentira ou como meu priminho me fez entender o que é verossimilhança

Há algum tempo, ouvindo um primo meu contar uma história a respeito de seu irmão mais velho, tive uma epifania com relação a um dos conceitos relativos à ficção que considero mais essenciais e mais difíceis de se explicar: o … Leia mais

Histórias e Estórias – Vácuo, embalado a celofane

Essa coluna tem sido orientada pela pretensão de, apesar de seus vagos esforços notáveis de síntese, mostrar a matriz histórica das obras literárias, i.e., reconhecer que nas partícula literárias mais elementares existem cargas de historicidade. Tais cargas aparecem sob as … Leia mais

Histórias e Estórias – Da ingenuidade – Parte III

Após Montaigne e Rousseau (sobre os quais escrevi nas colunas passadas), essa coluna pretende deter-se um pouco sobre algumas das colocações de Umberto Eco quando esse fala sobre a cultura de massa, não necessariamente que esse texto se volte à … Leia mais

Histórias e Estórias – Da ingenuidade – Parte II

Continuando com meus posts sobre a ingenuidade – que começaram mês passado com a defesa de Rousseau – proponho pensarmos um pouco sobre os escritos de Montaigne, não necessariamente o cerne de suas várias facetas, mas uma frase em especial … Leia mais

Histórias e Estórias – Da ingenuidade – Parte I

Esses dias me lembrei de uma vez em que ouvi alguém comentando que deixou de ler Rousseau porque o achava muito ingênuo. Como não tinha lido nada do filósofo além de fragmentos d’O contrato social, e só tinha ouvido discussões … Leia mais

Histórias e Estórias – Temporalidades – Parte II

No mês passado minha coluna, no intuito de explorar um pouco a temporalidade na constituição da condição dos homens na história, falou sobre o calendário revolucionário francês, instituído em 1792. Nesse mês proponho que nos detenhamos um pouco sobre a … Leia mais

Histórias e Estórias – Temporalidades – Parte I

Há uma definição clássica de História feita por Marc Bloch em Apologia da história ou o ofício do historiador que a resume numa frase mais ou menos assim: a História é a ciência que estuda os homens no tempo. Descobrimos que … Leia mais

Histórias e Estórias – Astúrias e o “realismo mágico-histórico”

O escritor guatemalteco Miguel Angel Astúrias, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1967, traduziu do quéchua muitas das lendas que faziam parte dos mitos de criação da civilização maia, reunidos no livro Leyendas de Guatemala, infelizmente sem tradução. A … Leia mais

Histórias e Estórias – O Épico e o Romanesco – Parte II

Se você não leu a coluna do mês passado, é uma boa dar uma olhadela rápida nela. Lá eu explorava a constituição do romance a partir do que Lukács chamou de “mundo fragmentado”, em contraste com a organicidade típica da … Leia mais

Histórias e Estórias – O épico e o romanesco – Parte I

Lukács é deveras um pensador intrigante, seja para a Filosofia, seja para a História, seja para a Literatura. Seu estilo de escrita é daqueles intrincados, não porque tenha volteios ou exercícios estéticos em demasia, nada disso; mas quando se trata … Leia mais

Histórias e Estórias – Lições Borgeanas de História e Historiografia – Parte III

Essa é a terceira e última parte das Lições Borgeanas de História e Historiografia. Se você perdeu as duas primeiras partes, pode encontrá-las aqui e aqui. A lição presente se dá em torno do conto Funes, o Memorioso, que integra … Leia mais