1965, 1969 ou a desilusão à máquina de escrever

Gosto muito da decadência. Não de um modo todo gótico de ser, como se fosse um performer que não entendeu bem o método de Marina Abramović. Não sou decadente. Talvez isso seja já ultrapassado. Deixemos o decadentismo para o século … Leia mais

A impressão da geração

Sempre achei engraçada a noção de geração. Nunca me fez muito sentido, ao menos quando era mais jovem. Agora, a própria necessidade de, com 25 anos a completar neste mês, me situar em relação aos outros mais velhos e mais … Leia mais

Quem vence o Jogo do Dia da Mentira?

Hoje, 1º de abril, somos lembrados dos 50 anos do Golpe de 1964. Digo que “somos lembrados” porque, infelizmente, a maioria não pensa nesse dia desse modo com facilidade. É engraçado perceber como desde a escola parece que somos estimulados … Leia mais

Sobre a arquitetura brutalista (e como ela se mantém)

O texto abaixo, correspondente à minha coluna deste mês, não é novo; ele já foi postado sob o nome de: “Uma pequena nota sobre arquitetura brutalista (e muito além disso)”, em agosto de 2012, na Revista Sinuosa, blog cultural inativo … Leia mais

A cultura como formação e deformação

“Seu sonho (confessável?) seria transportar, para uma sociedade socialista, certos encantos (não digo: valores) da arte de viver burguesa (eles existem – existiam alguns): é o que ele chama de contratempo. Opõe-se a esse sonho o espectro da Totalidade, que … Leia mais

Thomas Mann e o decadentismo: a figura do artista em Morte em Veneza

A leitura das obras de Thomas Mann, como Morte em Veneza (1913) e outras do início de seu percurso como escritor, pode ser realizada tranquilamente, sem grandes preocupações, porém quando nos preocupamos com a forma dessas obras, podemos ficar intrigados. … Leia mais

Leitores de poesia estoniana do século XVIII e seus amigos

É estranho como às vezes as pessoas desenvolvem interesses muito específicos. São vontades sistemáticas de se apropriar de hábitos, culturas e habilidades especiais, referentes a um hobby ou um campo de conhecimento. É só um pensamento que me ocorre com … Leia mais

Todas as cores da escuridão e um pouco de sangue

Nos últimos tempos, ando entusiasmado demais com um gênero muito específico de filmes: giallo. Não muitos conhecem essas obras do cinema italiano que até hoje têm um caráter duvidoso, sendo ridicularizadas por uns e exaltadas por outros. Os motivos para … Leia mais

Um dado de lances: A língua fascista e as prisões realistas

Em sua famosa aula inaugural do Collège de France, em 1977, Roland Barthes lançou uma noção que, dentre tantas outras suas, acabou sendo polêmica na medida certa. É claro que se você foi chamado para integrar o corpo docente de … Leia mais

Um dado de lances: Viagem ao redor da minha viagem

Para esta estreia da minha coluna, “Um dado de lances” (nome improvisado, deu para notar), queria contar que anos atrás, quando ainda estava na graduação em Letras, pesquisei por um tempo sobre crônicas de viagem de Mario de Andrade e … Leia mais